Seringais exigem atenção redobrada contra a dengue


Produtores precisam ficar atentos à água acumulada nas canecas usadas na coleta de látex Seringais exigem atenção redobrada contra a dengue
Reprodução/TV TEM
Os seringais do Noroeste Paulista são responsáveis por 60% da produção nacional de borracha. Só na fazenda de Fábio Magrini, no município de Poloni, são 15 mil árvores em plena produção.
Além de ficar de olho na extração do látex, Fábio e os funcionários não se descuidam de outro detalhe muito importante: retirar a água da chuva acumulada nas canecas presas aos troncos das árvores, que são usadas para coleta do látex.
Chuva e calor formam uma combinação perfeita para o mosquito da dengue se reproduzir. E se engana quem pensa que a dengue está só na cidade.
Só em janeiro foram registrados 57 mil casos da doença no país. E esses números não param de crescer.
(Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em (01/03/2020)
Seringais exigem atenção redobrada contra a dengue
O único jeito de impedir uma epidemia ainda maior é evitando novos criadores. Estudos mostraram que o mosquito pode voar até um quilômetro de distância em busca de alimento e de locais para se reproduzir. Os vôos do inseto são preferencialmente nas primeiras horas da manhã e no final da tarde.
Cada fêmea pode colocar até 500 ovos, que podem ficar até um ano em locais secos, só esperando a água chegar para virar larva e depois mosquito.
David Zuim tem seringal no município de Cedral. São 3 mil pés em produção. Ele também não deixa água parada nas canecas e lembra que nesta época do ano, por conta do ritmo de produção, mesmo que chova a água acaba não ficando acumulada por mais de dois dias. No trabalho de sangria, necessariamente as canecas são esvaziadas.
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Fonte: ECONOMIA

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